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1865: A Associação chega ao Brasil.

1965 / 1968 (período pós-conciliar): Um estudo aprofundado sobre a Associação Filhas de Maria resulta na reformulação de sua dinâmica, conservando-se o essencial de 1830. Em 1968 ressurgem então com o nome de Movimento Marial – MM; atendendo à solicitação da época e à caminhada da igreja, a partir do Concílio Vaticano II: movimento misto congregando crianças, jovens, adultos e assessores.

1969 / 1971: A Associação contava com 150 grupos em todo o Brasil, com jovens de, em média, 20 anos. Nesta época o Centro de Coordenação Nacional transferiu-se de Matoso – Santuário da Medalha Milagrosa – para Petrópolis – RJ, passando assim a Associação a obedecer à mesma divisão geográfico-regional da CNBB e a ser assessorada por Pe. Jamet. CM, Diretor Geral das Filhas da Caridade. Quando se deu início ao planejamento e trabalho intenso de Pastoral da Juventude.

1972 / 1975: A Coordenação Nacional é renovada, e animada pela Pastoral de Canto/Litúrgica, que lança o 1º Disco da Associação, o compacto “Mais um Passo no Ser, Amar e Construir”.

Outros fatos marcantes:

  • Redimensionamento das coordenações regionais (divisão de acordo com as províncias das Filhas da Caridade, e o Centro Nacional, com sede na Província do Rio de Janeiro, seria o responsável pela unidade do movimento);
  • Foi nessa etapa que surgiu o periódico “Fagulhas”, em substituição ao anterior “Centelhas”, que por 30 anos foi o elo nacional do Movimento;
  • Também nesta época, o Movimento Marial teve o seu primeiro Padre Diretor, o Pe Horta.CM.

09 a 12/12/1976: Acontece o primeiro Encontro Interprovincial para responsáveis do Movimento Marial, no Rio de Janeiro, que contou com representações do Brasil, assessorado pelo Assistente Internacional Pe. Vicente Zico. CM e pelo Supervisor Geral Pe. Richardson. CM. Foram aprofundados os seguintes temas: MM como comunidade de base e como comunidade eclesial de base; MM e sua evolução e afirmação.

1981: O Movimento Marial passa a se chamar Movimento Marial Vicentino, lembrando a sua origem da Família Vicentina e para distinguir de outros movimentos mariais existentes.

 

1997: Ciente da necessidade de uma melhor integração em nível de Brasil, a Associação se reúne em Encontro Nacional em Curitiba – PR.

  • Dada a reorganização da Associação a nível internacional, começou a chamar-se Juventude Marial Vicentina – JMV.

2000: A JMV promove o II Encontro Nacional, em Mariana – MG, com o tema: “Somos Jovens, com Maria, anunciamos um Novo Milênio de Esperança”.

 

2003: Acontece o III Encontro Nacional no Rio de Janeiro com o Tema: “Com Maria avançando para águas mais profundas”.

 

2005: A JMV realiza o IV Encontro Nacional, em Fortaleza – CE, com o tema: “Unidade e Comunicação, um Desafio para a JMV do Brasil”. O Encontro elegeu um representante Nacional: Vladimir Rodrigues, que desenvolveu trabalhos com a Assessoria de Ir. Jeane Szeremeta. FC e do Pe. José Carlos Chacorowiski. CM. Diretor Nacional da Associação, os três pertencentes à Província de Curitiba.

2008:   A Província do Recife acolheu a JMV do Brasil para a sua I Assembléia Nacional, que teve como tema: “JMV Brasil – Construindo a Unidade na Vivência do Carisma”, onde se elegeu o Conselho Nacional, a Minuta do Estatuto Nacional e a Linha de Ação 2008 – 2012: Elaborar um projeto de formação para a JMV Brasil. Foi formado o primeiro Conselho Nacional da JMV Brasil:

Bruno Mattos de Miranda, Presidente, (Província do Rio de Janeiro)

Cléber Fábio Teodosio, vice-presidente, (Província de Fortaleza)

Clarissa Paiva, Secretária, (Província do Recife)

Rafael Cruz, vice-secretário (Belo Horizonte)

Lucas Copi, Tesoureiro, (Província de Curitiba)

Felipe Lopes, vice-tesoureiro, (Província do Rio de Janeiro).

Ir. Sônia Santos, FC, Assessora Nacional

Pe. Mizaél Donizetti, CM, Diretor Nacional

2009: O jovem Cléber Fábio Teodosio foi escolhido pelo Conselho Internacional para assumir a função de voluntário no Secretariado Internacional em Madrid, para o período de novembro de 2009 a setembro de 2012.

2010: Houve a participação da delegação brasileira na III Assembleia Geral Internacional que aconteceu em Agosto, em Lisboa – Portugal. Participaram: Bruno Mattos de Miranda, Rafael Cruz, Ir. Sônia Santos, FC e Pe. Mizaél Donizetti, CM.

2011: Aprovação do Estatuto Nacional da JMV Brasil pelo Superior Geral, Pe. Gregory, C.M.

  • Houve a alteração do nome da Associação para Juventude Mariana Vicentina, para entrar em consonância com as outras Associações de língua portuguesa que levam o mesmo nome.

2012: Realização da VI Assembleia Nacional, acolhida pela Província da Amazônia, na Cidade de Belém do Pará, como tema: “Viver em Missão pela Unidade de Nossa Fé” e o lema: “Dar de si mesmo como Maria.” Que dentre outros temas tratados, elegeu-se o segundo Conselho nacional da JMV Brasil:

Wagner Marques, Presidente, (Província do Recife),

Rogleson Alburqueque, vice-presidente, (Província de Fortaleza),

Rafael Cruz, Secretário, (Belo Horizonte),

André Gentil, vice-secretário (Província de Curitiba),

Francisco Eduardo, Tesoureiro, (Província do Rio de Janeiro),

Jessica Lopes, vice-tesoureira, (Província da Amazônia),

Pe. Mizaél Donizetti, CM, Diretor Nacional,

Ir. Regina Souza, FC, Assessora Nacional

2015: Houve a participação da delegação brasileira na IV Assembleia Geral Internacional que aconteceu em Julho, em Salamanca – Espanha. Participaram: Wagner Marques, Rafael Cruz, Ir. Regina Souza, FC e Pe. Mizaél Donizetti, CM.

  • Rafael Cruz, foi eleito Conselheiro Internacional para o período de 2015 a 2020.
  • O jovem André Peixoto foi escolhido pelo Conselho Internacional para assumir a função de voluntário no Secretariado Internacional em Madrid, para o período de novembro de 2015 a novembro de 2018.

2016: A Associação se prepara para vivenciar a sua VII Assembleia Nacional, que é acolhida pela Província de Belo Horizonte entre os dias 26 e 29/05/2016. Com o tema: “Felizes os Misericordiosos. (Mt 5,7)” e o lema: “JMV Brasil: Discípulos de Cristo de uma Igreja Missionária.”